segunda-feira, 21 de junho de 2010
Lendas Urbanas III - O médico psicopata
Uma mãe estava fazendo compras com o seu filho e, de repente, a criança desapareceu.
Ela avisou a administração do estabelecimento. Que inicialmente anunciou no microfone. Após algum tempo sem obter resposta, o gerente solicita aos funcionário que ninguém deveria entrar e que ninguém deveria sair, para que a criança fosse achada.
Depois de algum tempo quando todos no mercado já reclamavam da confusão, o telefone celular de um cliente que se dizia médico tocou, e ele falou ao gerente:
- Eu sou médico e tenho que fazer uma cirurgia de emergência! Por favor, me deixem sair!
Diante da situação o gerente liberou a saída do homem.
O homem pegou sua maleta e se dirigiu para a “cirurgia”.
Depois, de meia hora, um açougueiro achou o corpo da criança desaparecida dentro do frigorífico do mercado, sem os rins.
Em um outro mercado uma senhora de idade fazia compras acompanhada de sua neta. A menina andava logo atrás da senhora. Quando a senhora vira para a prateleira e se distrai por alguns segundo, a menina desaparece.
O gerente chama pelo microfone pela menina, e solicita que alguns funcionários ajudem a procurar a criança. Um dos funcionários aborda um rapaz vestido de médico, e pergunta se não havia visto uma menina com as características da desaparecida, o tal médico alegou que precisava fazer um parto de emergência e sai rápido do mercado. Meia hora depois, uma funcionária achou a menina morta, sem os rins, dentro de uma caixa no depósito.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Torcida curitibana mostrou empolgação
| Olhos dos torcedores ficaram paralisados em frente ao telão. |
No jogo de estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo da África do Sul, o curitibano teve ontem uma pequena mostra do clima que deve tomar conta da capital paranaense na Copa de 2014.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Lendas Urbanas - O Mendigo Macabro!
Lenda Curitibana da década de 80.
No século dezenove havia um mendigo louco ,
Porém , que incomodava muito pouco !
Ele vivia com uma boneca nos seus braços ...
Que era tratada entre beijos e abraços !
Ele dizia para todos que a boneca era sua criança
Com o olhar radiante e cheio de esperança !
Mas , um dia apareceu um cruel bandido ...
Que numa briga deixou este mendigo tão ferido !
Então , no meio de tanta ferida e tanto tormento ...
O pobre mendigo acabou morrendo !
Porém , o fantasma do mendigo voltou ...
No século vinte , bem nos anos oitenta , que já passou !
Dizem , que ele batia no portão sem paciência ,
De qualquer tipo de residência ,
Com uma criatura enrolada num pano ,
Que parecia ser um bebê sem engano !
Assim , que o morador atendia ,
O mendigo falava , deste jeito , sem harmonia :
"- Preciso de uma esmola qualquer ...
Você pode dar o que puder !
Mas , se você não me der nada , me deixando só na lembrança ...
Eu mato na sua frente , esta inocente criança".
Então , o ingênuo morador ...
Temendo ver uma grande dor ...
Para o mendigo dava bola ...
Oferecendo qualquer tipo de esmola !
Mas , quando o mendigo recebia a oferta ...
Ele mesmo agia de forma maldosa e esperta ...
Tirando a manta da pobre criatura ,
Que não era um bebê , mas uma boneca pura ...
E assim , o mendigo falava sem piedade :
"Esta criatura não é um bebê de verdade ...
Porém uma boneca , seu covarde ! "
Após falar estas palavras sem fantasia ...
O mendigo , na frente da pessoa , desaparecia .
Fonte: fadapoesia arroba yahoo.com.br
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Lamentações de Curitiba
Ai, ai de Curitiba, o seu lugar será achado daqui a uma hora.
O dia virá no meio do maior silêncio com um guincho.
O relógio da Praça Osório marca a hora parada do dia de sua visitação.
Ó lambari vermelho do rio Ivo, passou o tempo assinalado.
Diz o Senhor: eis que Eu entrego esta cidade nas mãos de Baal e dos filhos com rabo de Baal, e tomá-la-ão.
A estátua do Marechal de Ferro madrugará com os olhos na nuca para não ver.
Os ipês na Praça Tiradentes sacolejarão os enforcados como roupa secando no arame.
De assombro as damas alegres da Dinorá atearão fogo ao vestido gritando nas janelas o fim dos tempos.
A filha de meu povo será um pátio no Asilo Nossa Senhora da Luz com seus urros e maldições.
Muitos correrão para baixo da cama e cada um terá mais de uma morte: uma, a que escolher e a outra pela espada do Senhor, que já assobia no ar.
Ai de Curitiba, perece o teu povo e se quebranta meu coração, porque é o dia da visitação, diz o Senhor. Dos teus lambrequins de ouro, das tuas cem figurinhas de bala Zequinha. Do teu bebedouro de pangarés, a gente perguntará: que fim levarão?
Dá uivos, ó Rua XV, berra, ó Ponte Preta, uma espiga de milho debulhada é Curitiba: sabugo estéril.
O terror arrombará as portas, os macaquinhos do Passeio Público destelharão as casas, a cidade federá como a jaula de um chacal doente.
Onde estarão todos os leões de pedra que guardam as casas de teus ricos e os tatus de rabo amarelo que guardam os teus medrosos leões?
Maldito o dia em que o filho do homem te habitou; o dia em que se disse nasceu uma cidade não seja lembrado; por que não foste sempre um deserto, em vez de cercada de muros e outra vez sem um só habitante?
Ó Curitiba Curitiba Curitiba, estendes os braços perfumados de giesta pedindo tempo, quando não há mais tempo.
Ó Curitiba Curitiba Curitiba, escuta o grito do Senhor feito um martelo que enterra os pregos.
Teu próprio nome será um provérbio, uma maldição, uma vergonha eterna.
Curitiba, o Senhor chamou o teu nome e como o de Faraó rei do Egito é apenas um som.
A espada veio sobre Curitiba, e Curitiba foi, não é mais.
Não tremas, ó cidadão de São José dos Pinhais, nem tu, pacato munícipe de Colombo, a besta baterá voo no degrau de tuas portas. Até aqui o juízo de Curitiba.
(LAMENTAÇÕES DE CURITIBA, DALTON TREVISAN: Nascido em Curitiba 1925)
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Lenda Urbana – LOIRA FANTASMA
Prestem atenção na história que vou contar...
Pois, este conto é de arrepiar!
É uma lenda famosa dos anos setenta...
E que até hoje faz sucesso e arrebenta!
Lurdes era uma loira muito bonita,
Que morava na cidade de Curitiba!
Certa noite, ao sair muito tarde...
Ela resolveu pegar um táxi sem alarde...
Mas, o taxista era um psicopata tarado,
Que estava muito perturbado!
Então, ele levou a loira para o matagal...
Estuprou e matou a pobre com todo o seu mal!
Mas, o que ele não sabia...
É que a loira pertencia...
A uma seita de magia!
Por isto, o espírito da loira ainda rondava...
A cidade como uma escrava!
Um mês se passou e o mesmo taxista...
Ainda trabalhava na estrada e na pista!
Ele estava trabalhando numa noite de chuva e de frio,
Que a todos causa um tremendo arrepio!
Então, uma mulher com capa preta e escura...
Pediu para que o táxi parasse de uma forma dura!
O táxi parou e a mulher entrou no carro com o rosto coberto...
No meio daquele caminho deserto...
Pedindo para o motorista seguir em direção ao Cemitério Municipal...
Com uma voz misteriosa e nada normal!
Chegando na rua nebulosa do cemitério...
A mulher disse ao motorista com todo o mistério:
“– Pode me deixar aqui, minha morada é um túmulo decente...
Mas, você gostaria que fosse diferente... “
O motorista então, falou:
“– Não estou entendendo nada...
Pare de brincadeira, pois já é madrugada!”
Então, a moça tirou o seu escuro véu,
Que mostrou o seu rosto de um jeito cruel!
A loira assim, falou:
“– Sou a mulher que você matou com loucura,
Que, agora, deseja colocar seu corpo numa sepultura! “
O motorista reconhecendo o fantasma...
Teve um ataque de asma...
E morreu asfixiado...
No seu carro, todo congelado!
Mas, o fantasma da loira continuou assustando vários taxistas...
Porém, sua alma nunca deixou rastros e nem pistas.
terça-feira, 25 de maio de 2010
O Inverno Chegou
(http://mundoestranho.abril.com.br/alimentacao/pergunta_286636.shtml). Você poderia pensar que o pinhão seria o símbolo, mas nada passa exatamente o “espírito” do inverno curitibano do que a nossa excelente Citrus reticulata, aquele azedo, meio doce do sabor, e o cheiro inconfundível que fica na mão. Ah, Curitiba é assim mesmo. Azeda, saborosa e inesquecível.
Blindagem faz pocket-show gratuito em homenagem a Ivo Rodrigues
No encontro, eles vão relembrar os fatos pitorescos, as curiosidades, os bastidores das viagens e os shows apresentados pelo grupo em mais de 30 anos de carreira. Durante o pocket-show serão apresentadas algumas canções que marcaram a trajetória da banda e também do DVD “Rock em Concerto – Blindagem + Orquestra Sinfônica do Paraná”. Também participa do evento, o novo vocalista da banda, Rodriggo Vivazs, que vai abordar esta nova fase de sua vida.
Considerada a cara paranaense do rock, a banda foi a primeira do Estado a conseguir destaque nacional e ainda mantém a linguagem e o estilo que a consagrou há três décadas.
Fonte: imprensa@livrariascuritiba.com.br
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Curitiba registra menor temperatura do ano
Na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), a cidade da Lapa registrou 4,6ºC. A menor temperatura no Paraná foi em General Carneiro, no sul do Estado, onde os termômetros marcaram 2,3ºC. No litoral, a mínima foi em Antonina, com 10,3ºC.
Notícias Relacionadas
De acordo com o meteorologista do Instituto Tecnológico Simepar, Tarcízio Valentin da Costa, as temperaturas foram derrubadas graças a uma massa de ar frio que estacionou no Estado. “A massa veio do norte da Argentina e entrou pelo Paraná pela região oeste. Hoje (ontem), essa massa chegou aqui na parte leste do Paraná”, comenta.
O meteorologista informa que, embora o frio mais intenso não deva se repetir hoje, as temperaturas continuarão baixas em todo o Estado. “O tempo continuará frio e seco, com as temperaturas subindo um pouco. A mínima esperada para Curitiba é de 9.ºC, com máxima de 14 ºC. O centro-sul, na região de Guarapuava, o frio deve ser mais intenso do que nos outros pontos do Paraná, com mínima de 5 ºC e máxima de 12 ºC. A região de Londrina (norte) deve registrar as temperaturas mais altas do Paraná, onde a máxima pode chegar aos 21 ºC”, conclui.
Fonte: Parana Online
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
O QUE ESTÁ ACONTECENDO
PANIS ET CIRCENCES
A história política de Roma se estende de 752 a.C. até 476 d.C. A coragem, a honra e a força eram virtudes admiradas pelos romanos; os espetáculos que destacavam esses atributos eram valorizados e muito populares.
Durante o Império Romano, as lutas de gladiadores, corridas e encenações, serviram para desviar a atenção da população que habitava os domínios romanos. Várias são as interpretações – além desta – para explicar o fascínio dos romanos por esses espetáculos sangrentos:
A oportunidade de poder estar "cara-a-cara" com o imperador, o castigo dos criminosos, - que servia de exemplo, a ostentação do poderio romano - através da exibição de animais e escravos trazidos de lugares distantes.
Todavia, dentre todas essas interpretações, a mais aceita é a chamada "política do pão e circo" ou (panis et circenses). Por essa política, o Estado buscava promover os espetáculos como um meio de manter os plebeus afastados da política e das questões sociais. Era, em suma, uma maneira de manipular a plebe e mantê-la distante das decisões governamentais.
Os Césares encarregavam-se ao mesmo tempo de alimentar o povo e de distraí-lo.
Havia distribuição mensal de pães no Pórtico de Minucius, que assegurava o pão cotidiano. Os Cesares não deixavam a plebe romana bocejar nem de fome nem de aborrecimento. Os espetáculos foram a grande diversão para a desocupação dos seus súditos, e por conseqüência o seguro instrumento do seu absolutismo. Isso era um obstáculo a Revolução em uma Urbe onde as massas incluíam 150.000 homens desocupados que o auxílio da assistência pública dispensava de procurar trabalho.
Para os espetáculos eram reservados aproximadamente 182 dias no ano. (Para um dia útil - um ou dois dias de feriado). Os espetáculos que foram se desenvolvendo, cada uma dessas férias romanas, tinha sua origem na religião. Os romanos nunca deixavam de cumprir as solenidades, porém não mais as compreendiam e os jogos foram deixando de ter um caráter sagrado e passando a saciar somente os prazeres de quem os assistia.
O público ia ao circo como a uma cerimônia, usando a toga dos grandes dias, respeitavam a etiqueta ao levantarem-se para aplaudir as estátuas das divindades que eram carregadas antes das corridas ou lutas. Seguiam um ritual de comportamento e sabiam que se não o seguissem seriam punidos.
Com o aparecimento das corridas e jogos de gladiadores o povo, em 164 a . C. estava desertando ao teatro.
Para o imperador esse contato com o público era importante, pois ele não corria o risco de isolar-se. O público aplaudia com veemência cada aparição, agitava lenços em uma saudação emocionante que tinha a modulação de um hino e o acento de uma oração.
Durante os jogos o povo apreciava ver seu imperador descontrair-se e seguir com atenção as corridas e lutas demonstrando seus sentimentos.
Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/blog/blog.asp?id=8514
sábado, 28 de novembro de 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
As Mulheres Curitibanas
A famosa polemica sobre as curitibanas, pensei em reescrever um post que li, copiar algumas informações e tudo mais, mas o post do rapaz estava bem escrito, bom pelo menos eu assumo que não é meu, e o link do blog BS2M, esta logo abaixo no final do post.
Como é a mulher curitibana
INTRODUÇÃO:
Essa é a quarta vez que vou escrever sobre uma brasileira de uma determinada cidade do país.
Ao mesmo tempo em que é divertido é também uma grande responsabilidade caracterizar habitantes de uma dada região, afinal, não quero cometer injustiças.
Com a experiência dos outros textos, vou primeiramente explicar como é a mecânica deste trabalho.
Vamos analisar as mulheres como um grupo, traçando um perfil médio para todas, nada do que for falado aqui é válido para 100% das curitibanas, afinal, cada uma tem sua individualidade.
Vou citar um exemplo. No texto sobre as paulistas há um trecho que se refere ao fato de as paulistas irem a academia com uma camisa amarrada na cintura para não mostrar a bunda. Aí um idiota me escreve assim: “Ah… Eu conheço umas que não vão a academia com a camisa na bunda”. É óbvio que várias vão sem a camisa, mas a maioria não.
Falando com sinceridade, permaneci em Curitiba durante uma semana, então não pude conhecer as curitibanas tão bem quanto eu pude conhecer as catarinenses e as paulistas, as quais eu tive bastante contato, e as cariocas, que são da minha cidade, mas, o que pude conhecer passarei aqui com toda a franqueza.
Durante minha estada andei bastante de ônibus, fui a restaurantes, discotecas, lojas, shoppings, pontos turísticos e outros lugares que fosse possível ter contato com as habitantes.
PRIMEIROS CONTATOS:
Antes mesmo de chegar a Curitiba, eu já havia combinado com umas leitoras do site de nos encontrarmos para uma conversa social. Dentre essas uma desistiu do papo quando eu cheguei, Karina, e a outra, Letícia, disse para eu procurá-la no restaurante Madalosso, eu fui lá e me disseram que essa Letícia não existia. A terceira, Cristina, se encontrou comigo, andamos pela cidade, visitamos um museu no centro, conversamos, rimos e nos divertimos bastante. Só há um detalhe com a Cristina, ela é do nordeste e mora em Curitiba há somente dois anos, então não serviu para o estudo das curitibanas.
Durante todo o período em que permaneci na cidade eu ouvi todos os tipos de palavras pejorativas sobre as curitibanas, a grande maioria delas eu não pude comprovar se eram usadas indevidamente ou não.
Um dos adjetivos negativos que eu comprovei, ou pelo menos tive fortes indícios que deve ser verdade, é o adjetivo inconfiavél, já que duas pessoas que se diziam minhas amigas furaram comigo.
Em compensação, conheci uma outra menina, a Roberta, curitibana legítima, moradora do bairro Xaxim, 19 anos, filha única, evangélica e uma simpatia. Nós não tínhamos nenhum amigo em comum, nos conhecemos lá mesmo e jantamos junto passeamos bastante, marcamos para sair novamente e foi tão bom quanto o tempo que passei com a Cristina. A Roberta foi minha guia turística e me deu o seu ponto de vista sobre as mulheres da cidade.
O QUE FOI FALADO E O QUE FOI VISTO:
Muito tinham me falado sobre o fato de os curitibanos serem um povo fechado, isso também tem uma boa dose de verdade, todavia, essa dose é bem menor do que dizem. Um pouco desse fechamento é devido à apatia local, e um outro pouco devido às características da cidade. Uma minoria acha que será mais respeitada se for fechada, e por isso se tornam menos simpáticas.
Uma situação no mínimo estranha eu pude constatar ao vivo e vou lhe contar… Estava indo visitar um amigo morador da cidade e estava com dificuldades de achar o caminho, liguei para o seu escritório e ele me disse para eu ficar onde eu estava que passaria para me pegar. Estava em frente a uma farmácia que fica em uma avenida que passa em frente ao Centro Politécnico da UFPR. Estava um frio do cão, e eu congelando sem luva e sem gorro. E não podia colocar as duas mãos no bolso, pois, em uma eu carregava o meu portifólio de fotografias. O portifólio é uma pasta tamanho A4 bem fina, onde só é possível guardar papel. Eis que depois de 10 minutos de espera, me aparece um segurança de uma empresa de vigilância particular chamado pelo gerente da loja, que na sua suprema visão, achou que eu estava ali esperando e congelando de pé, com uma pasta na mão dando um tempo para depois assaltar a birosca. É claro que não me chateei em nada com isso, afinal direito dele de chamar quem ele quisesse, desde que não viesse me incomodar, tudo bem, como o guardinha não veio falar comigo, não esquentei com nada, e nem dava com aquele frio. Mas, para mim isso foi uma amostra do pensamento local.
Outra coisa que não posso afirmar é se as Curitibanas são gostosas. Como viajei no inverno eu só via casacos e calças, não lembro de ter visto nenhuma coxa. A cidade tem uma concentração boa de academias, tive a nítida impressão que a concentração era maior do que a de São Paulo. Isso é um indicador de prática de esportes, e isso indica também que as curitibanas devem ter um corpo legal.
Quanto à beleza de rosto eu posso dizer que realmente são bonitas. Como a população é relativamente grande, a seletividade de mulheres bonitas não é tão alta como em Florianópolis, mas, ainda sim, muitas mulheres bonitas.
AS CURITIBOCAS:
Uma unanimidade na opinião das pessoas é que as curitibanas só querem saber de homem com dinheiro, carro caro, roupa de marca e coisas relacionadas a status. Eu perguntei se alguma delas era assim, ninguém admitiu ser, mas confirmaram que o pensamento na cidade é mais ou menos desta forma, principalmente no caso de umas garotas chamadas de Curitibocas, que são as marias gasolinas do pedaço. Não sei afirmar com certeza se esse tipo de mulher habita a capital do Paraná, mas, os indícios eram bem fortes.
Da mesma forma, quando eu perguntava se eram fechadas, as respostas eram: “Eu era mais já melhorei”, “Eu não sou mais a maioria é”. Apenas uma estudante de enfermagem que eu conheci no ônibus Inter 2, me disse que era fechada. Mas na minha interpretação ela não tinha nada de fechada, ela era sim muito tímida.
As curitibanas que estudavam na UFPR e participavam do congresso de estudantes de engenharia química eram todas muito simpáticas e comunicativas. Não tenho nenhuma reclamação a fazer delas, a não ser o quarto que elas me colocaram, que era mais frio do que uma geladeira.
O frio é um fator que influencia muito a convivência das pessoas, em cidades. As cidades quentes de praia abrigam os povos tidos como os mais alegres, como: Rio, Salvador, Maceió, Recife. Em um frio daquele, até eu me senti mais introspectivo, não é de admirar que o povo de lá também o seja.
PARA QUEM QUER BEIJAR EM CURITIBA:
Andando pela rua, é possível trocar uns olhares com algumas mulheres, mas nada parecido com as trocas de olhares que se consegue em Floripa, ou no nordeste, nesse sentindo as curitibanas se parecem muito com as cariocas, preferem morrer de curiosidade a olhar um cara bonito na rua e correr o risco dele pensar: “Aquela mulher esta me dando mole”.
Se você for a uma discoteca, eu fui a duas (Callas, Usina do Som), e dançar bem você com certeza vai chamar bastante a atenção, os curitibanos não são dançarinos natos como os baianos no axé, ou os cariocas no funk e dance.
Para quem pretende ir a Curitiba beijar curitibanas, eu aconselho a não ir. Vá a Floripa, que é perto e tem muito mais mulher e no mínimo são tão bonitas quanto. Fora que o fato de não tem curitibocas interesseiras e em sua esmagadora maioria as manezinhas da ilha são simpáticas e abertas, e você não ouve esse papo de fechada por lá, eu pelo menos não ouvi. Ou seja, vá à Curitiba se tiver outras intenções que não conhecer o amor da sua vida, pois lá não é um dos locais mais fáceis para se conseguir uma namorada.
FILOSOFIAS SOBRE AS CURITIBANAS:
Uma explicação que eu imaginei para a atitude em Curitiba é que a cidade é grande, mas não é grande o suficiente para deixar de ser provinciano. Tem um bom padrão de vida, tem pobreza, mas não muita, tem riqueza, mas passa longe de ser São Paulo, é muito frio o que atrapalha de certa forma o convívio social.
Vamos analisar juntos. Em uma cidade quente e principalmente uma cidade quente com praia, as pessoas são mais despojadas, usam roupas básicas e tendem a se preocupar mais com o corpo, para exibíi-lo, do que com uma roupa de grife, já que as oportunidades de exibi-las são menores. Não estou dizendo que em uma cidade quente não se de importância nenhuma à roupa, nem que em uma cidade fria não se da nenhuma ao corpo, só estou dizendo que são menores. Numa cidade que se da mais importância a algo material como a roupa, a algo como o corpo, é claro que a tendência é de se valorizar mais o dinheiro, valorizar de uma forma negativa, de uma forma ostentadora, e ostentação é algo com o qual devemos ter muito cuidado.
Para fechar o papo vamos listar abaixo alguns resultados da estatística do Interrogatório Feminino geral, e vamos comparar com os resultados específicos das curitibanas.
45) Prefiro homens que não bebem
Responderam sim:
Curitiba: 31%
No geral: 52%
80) O que você prefere no motel?
b) ele paga
Curitiba: 25%
No geral: 18%
130) Você gosta/gostaria de ser tratada como puta, mesmo como fantasia?
Responderam sim:
Curitiba: 44% (Tai a Francine de Curitiba pra confirmar)
No geral: 56%
131) Gosta/gostaria de um dia transar com dois homens?
Responderam sim:
Curitiba: 41%
No geral: 48%
134) Gosta/gostaria de realizar alguma fantasia envolvendo um desconhecido?
Curitiba: 31%
No geral: 40%
No momento em que esses dados foram analisados 32 curitibanas haviam respondido ao interrogatório.
As perguntas acima apresentam todas mais de 6% de discrepância entre as respostas gerais e a das curitibanas. Como 32 habitantes de Curitiba responderam, fiz uma comparação direta, uma vez que o número é superior ao número da distribuição de t-Student.
Nos demais números que analisamos, não foi possível identificar uma grande diferença nas escolhas das curitibanas, em relação ao restante das mulheres.
Os números acima dão margem a interpretações, essas interpretações eu peço que você faça e coloque aqui em baixo na área de opiniões.
Copiei descaradamente do blog BS2M
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Terça Insana ou Escolinha do Professor Requião
Um projeto, que começou com uma ideia bem intencionada mas usada da maneira errada (como qualquer projeto da camara), usa algumas vezes o programa para desferir ataques, a inimigos politicos, entre eles o atual prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB) e a imprensa, mas essa show do governador podem custar caro. Mais precisamente R$650 mil.
Suas contas que antes haviam sido bloqueadas, agora uma liminar suspendeo bloqueio das mesmas, que havia sido determinado para a garantia do pagamento das multas contra ele. Como o governador voltou à carga, o Ministério Público Federal, autor da ação por desvio de finalidade da RTVE requisitou a gravação da penúltima apresentação, que já está em poder da procuradora da República, em Curitiba, Antonia Lelia Neves Sanches.
Requião está impedido por ordem judicial de fazer uso político e pessoal da emissora por uma decisão do TRF desde o início do ano passado. Por conta disso, ele chegou a ser multado em R$ 650 mil pelo desembargador, hoje afastado, Edgard Lippamnn Júnior, por descumprimento de ordem judicial.
Através de uma série de recursos, porém, o governador conseguiu manter o programa no ar, mas continua submetido à proibição, apesar de ignorá-la. A liminar que desbloqueou seus bens e contas bancárias, não derrubou a determinação pelo fim dos ataques.
Mesmo assim, bastou o Fantástico, programa da Rede Globo mostrar imagens de um suposto esquema de caixa dois na campanha de reeleição do prefeito de Curitiba, e o governador voltasse à carga total na “escolinha”. Indiretamente, na mesma “escolinha” o governador fez "elogios" aos aliados do prefeito.
Requião ficou enfurecido com a medida judicial e classificou a atitude como “censura”, tentando chamar a atenção da sociedade civil organizada. O advogado e especialista em TV Pública, Ericson Meister Scorsim, avalia que não houve censura ao governador porque ele não é membro da imprensa, comunicador ou “dono” da emissora. Para ele, o termo “censura” se aplica a esses casos. “O governador não está impedido de dar entrevistas ou se pronunciar em qualquer órgão de imprensa do País, inclusive na RTVE”, disse.
“Não posso criticar o meu próprio governo na TV Educativa”, disse Requião, num dos programas da RTVE. Porém, a Justiça nunca o impediu de criticar seu governo, como acusa o peemedebista. Ao contrário, o TRF proibiu o uso da televisão pública para promoção pessoal, ataques à imprensa, órgãos públicos e adversários políticos.
Ou seja, ainda esta no AR diariamente a Escolinha do Professor Requião
Noticias: http://www.bemparana.com.br/index.php?n=114115&t=terca-insana-volta-a-mira-do-mpf-e-da-justica
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Como nasceu Curitiba...
Deus, num Domingo, criou Curitiba... Com parques, praças, muito topete e gente devagar no trânsito.
E achou monótona e então, na terça-feira, criou o inverno. Com sua brancura, cachecóis e um bom vinho, para os curitibanos pensarem que são europeus.
Mas achou o frio muito triste, e na quarta-feira criou a primavera, florida e colorida para enfeitar os parques e praças dos europeus... ops, curitibanos.
Mas Deus a achou bucólica demais e na quinta-feira criou o Verão, alegre e saudável para fazer os curitibanos sorrirem.
Mas o achou seco demais e na sexta-feira criou o outono. Farto e ameno para se confortarem.
Então Deus achou tudo muito distante, e no sábado misturou tudo.Fez o inverno, a primavera, o verão e o outono reinarem no mesmo dia em Curitiba, para que tudo tivesse seu tempo e sua vida.
E no sabado Deus descansou...Na verdade caiu de cama, pois não sabia que tinha acabado de criar a GRIPE, a RINITE e o RESFRIADO
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Dica cultural
As atualizações são muito boas pra quem decide sair em cima da hora, e precisa de informações rápidas, graças ao twitter.
Então sigam.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Resposta ao Sr Anonimo
Ouso afirmar inclusive que tudo que ler nesse blog deve ser entendido com um tom irônico.
Curitiba e uma cidade com problemas sim, não vamos fugir disso, apenas é importante lembrar que, ou você aceita que o problema existe e tenta resolve-lo, ou gasta todo o seu tempo tentando encontrar desculpas para ele.
Curitiba e referencia em cultura sim, mas lembre-se que cultura e um legado deixado por pessoas para outras pessoas. Já lazer meu caro, isso vai de cada um, tem gente que acha lazer ir a um parque como o Barigui, ou o tangua, já outros, como eu, adoram levar seus filhos para passear nas pracinhas de bairros, aquelas com escorregador, gangorra e balanço.
Com certeza eu não serei a primeira nem a ultima pessoa a “falar mal” de curitiba, mas se eu falo e com a intenção de que alguém ouça, entenda e se possível tente mudar a si mesmo, porque amigo, e mais fácil cada um mudar o mundinho em que vive, do que alguém querer mudar o mundo inteiro.
Abraços.
Zil
p.s.1: nasci em Curitiba, caso não tenha entendido
p.s.2: não entendi o porque da “inveja”.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Post de Verão(nico)
Bom a piadinha de que curitiba eh tão legal que até o Inverno vem passar as ferias aqui já não cabe mais.
Estive pensando, Curitibanos sempre reclama do clima frio, mas quando fica calor acham um inferno, estranho neh...
A realidade e que pra quem quer conversar com as Tchibanas essa eh a hora, não sei o que acontece, mas no verão elas sorriem mais, e isso quer dizer que elas não estão com aquela "constante TPM", ta isso não quer dizer que ela vai querer ficar vc, mas que elas ficam mais simpaticas, e isso já aumentam em 10% as suas chances que agora já são 20%....
Isso até me deus ideia pra um post...
Como diria o Silvio, Aguardemmmm.......
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Wow, Natal chegou
Bom o que todo mundo conhece em Curitiba e o Espetáculo de Natal no Pálacio avenida, eh bem, eu fui assistir... Não foi tão divertido quanto o ator passou, nem tão musical quanto o esperado.
Mas tem uma coisa que e legal de comentar aqui, uma garotinha, que demonstrava toda animação, ela pulava cantava, fazia coreografia com movimentos loucos, prestei mais atenção nela do que na cantoria.
Então se for ver a apresentação e só prestar atenção, não sei eles sempre ficam no mesmo lugar, mas ela estava na Segunda linha de Janelas, na segunda janela, no lado que fica de frente pra Rua XV.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
O OLHAR DE CURITIBA
O OLHAR DE CURITIBA
Cristovão Tezza
"Em nenhum lugar do mundo o olhar do Outro será tão mortal como em Curitiba. Não ria na festa, exceto como disfarce; não chore no enterro, a menos que estejam vendo; não erga os braços, temerário assim no meio da rua. Em último caso, protegido no bar, solte os nervos da gargalhada, do tapa demasiado forte nas costas, do palavrão retumbante e confira no mesmo instante o viés alheio: a extroversão não é alegria, é um risco calculado. A fila de ônibus é feita de Outros - por isso que se respeita. Não fale tão alto, exceto quando bêbado - e então fale tudo de uma vez, tudo aquilo que você vem observando a vida inteira e nunca lhe deram chance. Leia os jornais da terra, que são ruins de pedra, e vigie nas entrelinhas o que os calhordas andam inventando nos palácios. Investigue cada nome da coluna social: o próximo pode ser você, e mal acompanhado. Melhor nem sair no jornal: os outros vão rir, e a inveja vai te comer. Nas cerimônias públicas, fique firme, a gravata ajeitadinha, e meta o olho na calça curta da autoridade, na peruca torta da madame, na viadagem do orador, no ridículo daquele um que está sentado duas poltronas à frente cheio de caspa no paletó. Quem é esse que sem mais nem menos lhe pede informação na rua? Não é daqui, senão ia sozinho.
Como sozinho vai Dalton Trevisan, desde sempre, o paradigma de Curitiba, a avessa, a indecifrável, a incorruptível Curitiba, que por nenhum preço do mundo aceita um carimbo na testa, por mais alto que a banda toque.
E como reclamam dele! Como metem o pau, como descobrem defeitos, como lhe cobram empadinhas! E as pedras, então? Rútilas, cortantes na cabeça. De tal modo que ele, santo homem, decidiu compilá-las em dois ou três parágrafos - Quem tem medo de vampiro? - para maior facilidade de manuseio. Inútil: o jornalismo ingênuo decidiu que ele fazia autocrítica! Um curitibano fazendo autocrítica, já se viu?! Ridículo! Nem no Partidão! Antes beber da água do Rio Belém!
Em outra encarnação - Curitiba está povoada de espíritos - Dalton Trevisan também foi curitibano, quando a cidade sequer existia; e ao nascer foi só esperar que o Vampiro lhe desse uma face, sempre a mesma, de microscópicos relevos que ocupam todas as ruas, por mais que tombem as casas, que se atravessem os expressos, que se iluminem os acrílicos, que se plantem pinheirinhos. Saudades de Curitiba de trinta anos atrás? Saudades das polaquinhas? Saudades da velha manca? Nem é preciso. Curitiba é um Olhar, e até meu avô sabia que olhar não ocupa espaço. Mas como esmaga!
Nenhuma cidade tem mais vergonha na cara que Curitiba - tanta, que emudece, na timidez doida e doída, no silêncio pesado de alguma coisa mais grave, mais forte, mais alta que o riso fácil brasileirinho.
Só uma proteção: olhe você também. E os Outros darão o troco, porque o nosso jogo é este, fuzilante.
Olham e dizem: mas ele escreve sempre a mesma história, e cada vez mais torto! Pois por que não reclamam de Samuel Beckett, que passou a vida dizendo a mesma frase pela metade e nunca provou uma broinha de fubá mimoso? Está certo que o tal bradava a morte do Homem, sem usar vírgula; mas Dalton Trevisan aponta com o dedo, e a sintaxe irritadiça, quem está morrendo - é aquele ali na esquina, com uma espinha na testa, é a piranha de meia furada, é o Dario que já morreu e roubaram o relógio dele. E acabou-se a página. Que culpa o Vampiro tem se o sangue é sempre o mesmo? Não é só na Europa; também em Curitiba não há nenhuma esperança na face da terra. Alguém precisa nos lembrar disso, por escrito, porque a memória é frágil, e o mundo está cheio de levianos alegrinhos fingindo que a vida é o mar de rosas da rádio Colombo - e não esse espanto desajeitado que atravessa o mundo inteiro, do mesmo modo que a Barreirinha.
Olham e dizem: mas que vocabulário estreito, que coleirinha de chavões! Pra que mais, se o que ele quer é uma só palavra na veia, a que mata! O bom veneno é o já testado, como o café da Boca.
Olham e dizem: mas por que esse nojo do povinho, dos miseráveis, dos pequenos? Pois por acaso alguém é Nobre, alguém é Grande? Você conhece? Mora aonde?
E depois de olharem e dizerem até a última gota de cafezinho, querem recuperar a ovelha desgarrada (que todos somos) tentando lhe pregar uma peça de ouro, um medalhão no peito, para desfrute na praça, com casquinhas pra todo lado e logotipo moderno. Nunca! Pois Curitiba é assim: não se entrega; comparece à cerimônia, mas ri até o gozo dos que caem na arapuca e sobem no palco para receber os louros e as palminhas. Quem perdoa a coroação de Emiliano Perneta? (Mas a boca-livre estava ótima.)
Por último: mas nem uma fotografia? Se Vampiro não sai em espelho, vai sair em fotografia? Quem fotografa Curitiba vê fachadas - muito bonitas - e mais nada. Olhe bem. Ela está em outra parte. Não perca tempo com as fachadas. Melhor o azulejo branco do velho Palácio e o cheiro do bife, melhor a peçonha destilada na cerveja.
Dalton Trevisan, é certo, será sempre assim, revisitado a cada linha reescrita mil vezes. Quanto à sua secreta alma gêmea, Curitiba, esta dependerá da força dos espíritos ante a horda dos invasores do Terceiro Milênio - o povão da periferia, os catarinas migrantes, os funcionários transferidos, os nordestinos teimosos... Acabam de se mudar e em uma semana já não visitam ninguém sem convite prévio - é a primeira das Sete Provas de Fogo, que às vezes levam uma vida inteira. Basta passear no calçadão da XV, percorrer os domingos do Passeio Público - é essa a cor de Curitiba? De qual delas? Do Município Oficial, teimando em inventar uma História que se perdeu, ou, quem sabe, nunca existiu além do paranismo risível, mas que sobrevive heróico e retumbante nas páginas da Gazeta? Da Curitiba estrangeira que chegou e vem chegando de toda parte fazendo filhos curitibanos e ocupando apartamentos? Ou do Olhar intangível e onipresente que coloca cada pose no seu devido lugar, com a impiedade dos profetas? No ano 2000 - que está na porta! -, que alma teremos nós? O rosto já sabemos: calçadões-rolantes, heliporto na Santos Andrade, bonde solar. Mas e a alma?
Que se preparem os espíritos. Será uma luta lenta, silenciosa e medonha. Porque é mais fácil mudar todas as canaletas do Expresso em sete dias que suprimir o Olhar, a Ira e a Curitiba de Dalton Trevisan".
http://www.cristovaotezza.com.br/textos/contos/p_olhar.htm
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Padre Voador... Ou não!!!!
Apesar de o estúdio negar a inspiração da história no sacerdote brasileiro, a comparação chega a ser inevitável.
O Padre Adelir Antônio de Carli, ficou conhecido por tentar quebrar um recorde ao voar preso a balões de festa cheios de gás hélio em abril deste ano (2008). “Up” chegará às telas em maio de 2009.
É muito provável que seja um verdadeiro sucesso, afinal, a Pixar é a responsável pelo lançamento de sucessos como Wall-E, Procurando Nemo, Toy Story, Monstros SA, Os Incríveis, Ratatouille e Carros. Todos, sem exceção, fizeram o maior sucesso.
Agora é esperar para ver o velhinho nas alturas, mas se quiser ir se preparando e assistir o trailer.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Lendas de Curitiba
A HISTÓRIA
Manhã de 17 de Junho de 1991. O garoto Guilherme Caramês Tiburtius, de 8 anos, brinca de bicicleta em frente à sua casa no bairro Jardim Social, em Curitiba (PR), enquanto aguarda o almoço e o momento de se arrumar para ir à escola.
Quando sua avó vai chamá-lo, não o encontra. Nem ele e nem sua bicicleta ou qualquer vestígio que desse uma pista sobre onde o menino poderia ter ido.
ESTUDO DE CASO
O desaparecimento do então menino Guilherme, não é um dos mais importantes, nem mais polêmicos, pois diariamente várias crianças desaparecem, não só no Paraná.
O que mais intriga os policias e que nesse caso são muito poucas as informações levantadas, vale ressaltar, que o garoto estava na frente de casa, andando de bicicleta, e sumiu junto com a sua bicicleta, sem deixar rastro.
E mesmo agora 16 anos depois, nenhuma noticia, nenhuma pista consistente, apenas informações que não levaram a nada.
PORQUE UMA LENDA
A lenda aqui foram as inúmeras respostas para o desaparecimento, transformaram o caso numa lenda pelo imaginário popular, aumentando cada vez mais a polêmica em cima do caso. Dizem que foi vendido, foi sequestrado e depois morto, foi usado em rituais de magia negra ou fugiu, mas a verdade até hoje ninguem sabe...
Mas se vc souber comente
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Post inutil
Ontem assistindo CQC, no momento do Proteste Já, qual não foi a minha surpresa, quando o nome da minha querida Curitiba, foi citado.
Após elogios do sr. Rafinha Bastos (o qual sou fã faz tempo), para a nossa cidade, apresentou ele o protesto, a falta de vagas nas creches. Longe de mim críticar Curitiba ou o CQC, mas nesse caso na minha opinião o sr. Rafinha, entrou num assunto meio, contraditório.
E claro que em alguns bairros de Curitiba essa pode ser a realidade, mas no bairro que até então morava (Jardim Gabineto), havia dificuldades mas não eram tantas.
O sr. Rafinha Bastos, as vezes força as perguntas, para deixar o intrevistado incomodado.
Sei que o CQC tem uma boa ideia ao deixar as pessoas protestarem e concordo com o plano de ir atrás e fazer com que os politicos realmente cumpram a sua parte nas promessas.
Mas tá ai, nossa Curitiba mais uma vez na mídia, e mesmo com os Problemas ela sempre é elogiada.